terça-feira, 27 de junho de 2017

Felino da família Puma é resgatado em prédio de Rondônia;
Animal estava descendo o rio e se escondeu em um prédio quando chegou à margem de rio. Após ser resgatado, felino foi solto em uma reserva na zona rural.
Um gato-mourisco, da família do Puma, foi resgatado nesta quinta-feira (1°) pelo Corpo de Bombeiros no prédio do Porto Oficial de Guajará-Mirim (RO), município localizado na fronteira com a Bolívia, a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho.
O felino foi visto descendo o Rio Mamoré nadando e passou a ser acompanhado de perto por uma embarcação. Quando chegou na terra firme, correu e se escondeu em uma sala de um prédio próximo da água.
Várias pessoas se aglomeraram para ver o animal e acionaram a equipe de resgate dos bombeiros para fazer a captura. Depois de ser pego, o gato-mourisco foi levado para o prédio do Subgrupamento do Corpo de Bombeiros para posteriormente ser solto na Reserva Extrativista Rio Ouro Preto (Resex do Rio Ouro Preto), a aproximadamente 40 quilômetros do município.
Procurada pelo G1, a bióloga Caroline Mitsutake, disse que o nome científico do felino é Puma yagouaroundi, da espécie Puma, mas popularmente ele é conhecido por vários nomes como eirá, gato-preto, raposa-de-gato, onça-de-bode e maracajá preto.
Além do Brasil, o animal também existe na fauna dos Estados Unidos e vários países da América do Sul como Peru, Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, entre outros.
Possivelmente o animal tenha vindo da margem boliviana ou de alguma área próxima da margem brasileira em busca de alimento ou de um novo habitat.
“As ações humanas como desmatamentos e queimadas são fatores que podem levar os animais a fugirem do habitat onde viviam e buscar outras áreas, ou simplesmente poderia estar em busca de se alimentar. Não sabemos se é comum na região encontrar esse tipo de felino nessas circunstâncias e qual o local de maior incidência onde vivem, pode ter vindo da fauna boliviana ou ter fugido de algum contrabandista de animais”, explicou a bióloga.

Postado por Giovana M. de Araújo

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Sucuri de 4 metros é encontrada em rodovia no Amazonas



Taxista percebeu presença de cobra quando seguia para Itacoatiara.
Populares conduziram o animal à mata.

Do G1 AM, com informações da Rede Amazônica
Um taxista que trafegava pela rodovia AM 010 foi surpreendido por uma sucuri de aproximadamente 4 metros na terça-feira (20). No Amazonas, há registros constantes de animais mortos atropelados por veículos quando tentam atravessar rodovias.
O taxista informou à Rede Amazônica que estava no Km 40 e seguia no sentido Manaus-Itacoatiara quando percebeu a presença da cobra na estrada. Imagens cedidas à reportagem mostram o momento em que populares conduzem o animal até a mata.

O serviço resgate de animais pode ser solicitado pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar (PM), por meio dos telefones 98842-1547 ou 98802-3699. O Corpo de Bombeiros, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam)  e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também podem ser acionados para fazer o resgate.

Postado por Carlos PAIM

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Reintrodução de papagaio extinto em SC recebe prêmio

Biodiversidade

Papagaio-de-peito-roxo foi considerado extinto em 2009. De 2010 pra cá, 83 espécimes foram soltos e são monitorados na região
por Portal BrasilPublicado06/07/2016 11h56Última modificação06/07/2016 15h16
Foto: Instituto Espaço Silvestre/DivulgaçãoDas 83 aves soltas, foram 13 em janeiro de 2011, 30 em setembro de 2012, 33 em junho de 2015 e 7 em março de 2016
Das 83 aves soltas, foram 13 em janeiro de 2011, 30 em setembro de 2012, 33 em junho de 2015 e 7 em março de 2016
O projeto de reintrodução do papagaio-de-peito-roxo no Parque Nacional das Araucárias, no oeste de Santa Catarina, foi selecionado pelo Premio Latinoamérica Verde como um dos 50 melhores projetos socioambientais da América Latina na categoria Biodiversidade e Fauna. Ao todo, foram analisados 1.407 casos de 25 países e 513 cidades.
Realizado em parceria com o Instituto Espaço Silvestre, o projeto é responsável pela preparação, soltura e monitoramento de 83 papagaios-de-peito-roxo no interior do parque, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), nos municípios de Ponte Serrado e Passos Maia.
A espécie, que foi extinta do local devido às ações humanas, hoje é protegida pelas ações do projeto. Além de estudos científicos sobre a variabilidade genética dos papagaios reintroduzidos no parque, são realizadas atividades de educação ambiental e de geração de trabalho e renda em mais de 15 comunidades no entorno da unidade de conservação (UC), em Itajaí e em Florianópolis.
Análises genéticas
No momento, estão em andamento análises genéticas dos papagaios-de-peito-roxo reintroduzidos no parque. O estudo da genética das populações, segundo os pesquisadores, ajuda na reprodução em cativeiro – escolhendo o melhor parceiro genético para reprodução, por exemplo – e  permite uma maior variabilidade genética (os indivíduos precisam ser diferentes geneticamente).
As análises estão sendo realizadas na Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Botucatu, com financiamento da Fundação Grupo Boticário pela bióloga Flavia Torres Presti e pela estudante de biologia Paula Akkawi de Freitas. No momento, todas as amostras já foram recebidas e estão sendo processadas para posterior análise. O DNA de cada indivíduo já foi obtido e, agora, estão sendo estudadas as porções do material genético (DNA) que irão auxiliar na obtenção das respostas desejadas no estudo.
Geração de trabalho e renda
Iniciado em 2013, um projeto de geração de trabalho e renda agregado aos papagaios em vida livre, por meio da criação de peças artesanais com o tema "papagaio-de-peito-roxo e araucária", gerando assim uma oportunidade de trabalho e renda extra para as mulheres que vivem no entorno no Parque Nacional das Araucárias.
O grupo do município de Passos Maia, conhecido como "Amigas dos Roxinhos", produz camisetas, aventais, bolsas, lixinhos para carro e peças variadas. Os produtos já estão disponíveis, e todo o valor é revertido para as artesãs e associações locais. 
O projeto
Até 2009, era comum se avistar grupos de papagaios-de-peito-roxo sobrevoando as matas do Parque Nacional das Araucárias. Ações humanas, como desmatamento e captura de animais para o comércio ilegal, reduziram drasticamente o número dessas aves, que levou à extinção da espécie no local.
Em 2010 o projeto de reintrodução da espécie no parque começou. Até o momento, 83 papagaios foram soltos no local, sendo 13 em janeiro de 2011, 30 em setembro de 2012, 33 em junho de 2015 e 7 em março de 2016

Postado por: Enrique de Mello Albuquerque

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Globo Repórter desvenda a
fascinante região do Jalapão

Programa desta sexta (13) explora o deserto das águas e conta
histórias de quem vive neste pedaço isolado no coração do Brasil


Jalapão - o deserto das águas. 

O Globo Repórter atravessa uma das mais fascinantes regiões do Brasil.
Dunas, nascentes, fervedouros. Nosso repórter suspenso no ar. Uma descida de mais de 70 metros revela a beleza do vale encantado.
Quem vive neste pedaço isolado no coração do país?
Ouro - na sua forma mais primitiva. Garimpeiros mergulham 60 metros terra adentro para extrair as pedras. Equipamentos precários e muita coragem para ganhar a vida.
E a arte do capim dourado, que garante o sustento de muitas comunidades.
A magia de uma cachoeira que despenca sobre as rochas e desaparece nas profundezas, para ressurgir muitos metros adiante em forma de rio.
A pedra furada - um limite natural para proteção da natureza.
A criatividade dos agricultores que descobriram como viver dos frutos do cerrado.
O ninho das águias chilenas. O brasileiro que adotou uma cobra. O bicho agora faz parte da família.
As misteriosas descobertas dos exploradores de cavernas. E a sabedoria de Dona Romana - a misteriosa vidente do Tocantins. Mas o que ela vê durante suas orações? 
g1globo
Postado por: Ygor I. Mendes

sábado, 7 de maio de 2016

sábado, 20 de junho de 2015

SITE DA TV PORTAL DO PANTANAL 
(MEIO AMBIENTE - BIODIVERSIDADE - EDUCAÇÃO - SAÚDE - SUSTENTABILIDADE)





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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

1ª EXPO SOL PROMOVE INCURSÃO NA BIODIVERSIDADE MARINHA




© Todos os direitos reservados. Fotos: Acervo CMA
© Todos os direitos reservados. Fotos: Acervo CMA

Nana Brasil

nana.nascimento@icmbio.gov.br

Brasília (12/02/2015) – A 1ª Expo Sol – Um Passeio pela Vida Marinha, exposição promovida pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) já recebeu mais de 500 visitantes, desde o dia 28 de janeiro. Os visitantes do Parque Temático Mamíferos Aquáticos, em Itamaracá (PE), têm a oportunidade de saber mais sobre a vida marinha e conhecer o trabalho do CMA, um dos 15 centros de pesquisa administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A sede do CMA, que fica dentro do Parque, foi o local escolhido para abrigar o evento. "Idealizamos a exposição pois recebemos um público muito grande nesta época do ano. O intuito é apresentar o trabalho de conservação desenvolvido não apenas pelo CMA, mas também pelas instituições parceiras e demais centros de pesquisa que lidam com animais marinhos", explica a coordenadora substituta do CMA, Fernanda Attademo.

Através de fotos, livros, folders e cartazes, os visitantes têm a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a biodiversidade marinha e conhecer as atividades de conservação realizadas pelo ICMBio. Além do cinema do CMA, que tem capacidade para 100 pessoas e já exibe durante todo o ano filmes sobre o peixe-boi e o golfinho-rotador, foi montada uma tenda na área externa, onde são projetados vídeos sobre diversos animais marinhos, a exemplo do albatroz, da baleia e da tartaruga-marinha.

De acordo com a analista ambiental Solange Zanoni, a 1ª Expo Sol é uma atração a mais para o público do Parque Temático Mamíferos Aquáticos, cujo ingresso segue custando R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). A condução das visitas fica por conta dos monitores do próprio Parque e dos estagiários do CMA. "Nossa intenção é dar continuidade ao projeto e organizar uma exposição diferente a cada ano, sempre durante o verão", afirma Solange.

Segundo a coordenadora substituta Fernanda Attademo, o título escolhido para a exposição é uma alusão à estação mais quente do ano, que tem o Sol como grande símbolo. "O título é também uma homenagem à analista ambiental Solange Zanoni, uma das servidoras mais antigas do ICMBio, que dedica a vida à conservação do peixe-boi, sendo responsável ainda pelo programa de educação ambiental do CMA", ressalta a coordenadora.

Indicada para visitantes de todas as idades, a 1ª Expo Sol – Um Passeio pela Vida Marinha ficará montada até o dia 25 de fevereiro, todos os dias da semana (inclusive durante o Carnaval), das 9h às 17h.

Para mais informações sobre o evento, entre em contato com o CMA através do telefone (81) 3544-1056

Sobre o CMA

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA/ICMBio) coordena, executa e apoia estudos, projetos e programas de pesquisa e manejo para a conservação de mamíferos aquáticos, atuando principalmente sobre as espécies ameaçadas e migratórias. Sediado no município de Itamaracá (PE), o CMA opera em todo o território nacional e desenvolve diversas atividades, a exemplo do Projeto Peixe-Boi, que tornou-se referência internacional em conservação.

O Centro coordena também a implementação dos quatro Planos de Ações de Mamíferos Aquáticos do ICMBio (Sirênios, Grandes Cetáceos e Pinípedes, Pequenos Cetáceos e Toninha), além de participar de fóruns que tratam de questões relativas a esses animais, como a Rede de Encalhe de Mamíferos Aquáticos do Brasil (REMAB) e a Comissão Internacional da Baleia (CIB).

Saiba mais sobre o CMA.